A
HISTÓRIA NÃO AUTORIZA
A
FALTA DE LIMITES
-
A INCOMPETÊNCIA
NÃO
AUTORIZA A GESTÃO
Em resposta a
questionamentos da postura de hoje, os líderes brasileiros políticos do passado
se endeusam no pensamento de achar que o passado autoriza a falta de limites
para o presente ou gestão incompetente.
A
ditadura forjou líderes contrários, por conta de fatos que na normalidade
democrática não dariam o palanque para que estas ditas autoridades agissem no
presente ou sequer fossem presidentes da República ou outros cargos.
Lula,
Dilma e Fernando Henrique Cardoso - FHC, apesar de suas veias políticas
bastante sensíveis, não passariam de líderes respectivamente no movimento
sindical de metalúrgicos e professores a segunda e ao terceiro, porque ninguém
daria fé em seus questionamentos não houvesse a ruptura da ordem democrática.
Quem
vive de passado é museu, e, estes líderes vivem de palanque que tem como
fundamento principal, o quanto sofreram, o quanto lutaram, o quanto fizeram,
esquecendo em todos os casos, o quanto de mal fizeram a coisa pública e aos
governados.
Dilma,
que até agora tem sido blindada na questão da corrupção, passou atestado de
incompetência administrativa ao autorizar a compra de refinaria falida nos
Estados Unidos, no Conselho de Administração da Petrobrás, fato que consorcia
Lula, e, antes o próprio FHC.
FHC
é um reles vendilhão do templo, que não tendo capacidade de gestão de controle
eficaz preferiu ceder aos encantos dos ventos privatizantes por sinal de
possível melhora de gestão o que se demonstrou totalmente inverídico, o exemplo
mais triste é da maior mineradora do Brasil, a Vale do Rio Doce
No
tocante a economia doméstica os três fazem coro a pecha de serem idênticos aos
três patetas, por terem trazidos a público a propaganda ideologizada e distante
da verdade, de terem realizada obras públicas que justificaram os rumos da
gestão e, hoje se avalia que os anos de avanço da gestão dos três representam
em número menor o número de anos de retrocesso da economia por conta do atraso
da crise atual.
Dilma
tenta se apegar a crises externas, que não justificam a falta de blindagem da
economia, por conta de economia atrelada a grupos que não trazem benefícios reais
se não se traduzem em equilíbrio fiscal e econômico.
A
pujança da economia nacional depende muito menos de seus sucessos, do que dos
desacertos dos destinos da coisa pública, chegando o New York Times a declarar
que não há postulado econômico que justifique o sucesso da economia brasileira,
que acerta mais por pura sorte do que por acerto dos destinos econômicos.
O
fato é que a economia funciona bem se destrelada do Estado, e, com a
incompetência do Estado, os avanços, logo se transformam em retrocesso ainda
pior.
O
Banco de Desenvolvimento do Brasil, financia obras no exterior, sem retorno de
capital, ou a custo baixíssimo, e, no Brasil, devido ao risco, se esconde em
patrocinar o desenvolvimento.
Os
aludidos critérios técnicos, fundamentais, na concessão de financiamentos, são
atropelados por critérios políticos, de alinhados políticos.
A
batalha internacional para conseguir mais apoio popular se tornou alvo de
deboche, porque todos estão certos, e, todos estão errados, certos porque o
outro manipula para conseguir o poder, e, errados porque são moralmente
incapazes de governar, e, sobretudo, na gestão não apresentam nenhuma solução
que apazigue e traga de volta os interesses legítimos de investidores.
Particularmente,
tenho dito insistentemente, sem ser atentamente ouvido, que possuo estas
soluções só não tenho o foro adequado para apresenta-las, porque tudo se
desvirtua no País, boas ideias, são como boas sementes, precisam de solo fértil
para crescerem.
O
Brasil é maior, os líderes precisam ser desmistificados por conta de que
liderados acabam por se tornar presas fáceis do discurso motivado pela emoção e
destituído da fundamentação.
O
Brasil é uma panela de pressão em ritmo de cozimento lento que não tem quem
desligue a chama, daqui há pouco a água que mantém distante o risco de explosão
acaba, que são os argumentos destituídos de fundamentação, e, dali em diante
viveremos ao Deus dará.
Mais
do que capazes, nós brasileiros, reunimos as condições de trazer ao ambiente
hostil, a necessidade de apaziguamento, arrefecimento de ânimos exaltados, a
busca do consenso.
Esta
busca de consenso não podemos ceder espaço a iniquidade tanto de quem busca
condenar na lava jato, quanto de quem busca se esconder da virtual condenação
por desvios.
Os
brasileiros precisam de informações confiáveis, para voltar a ter em que se
apegar para lutar em favor da pátria, aqui o hino nacional somente eclode em
brados nas ocasiões festivas ou populares, o sentimento regular de
nacionalidade e defesa da pátria se perdeu de rotineiro a ocasional.
Temos
a liberdade de bradar e a incapacidade de sermos ouvidos e atendidos, somos
muito desgovernados, e, carentes de líderes que ao direito seja inabalável,
tendo capacidade decisória inconteste, e, sobretudo, aplaque os ânimos de
investidores, por medidas vistas como críveis.
Não
há no Brasil de hoje, ou dos últimos 20 anos, medida capaz de se dizer
permanente em matéria de garantia de estabilidade do investimento, a regra de
hoje não vale para amanhã, o novo investidor de hoje, sabe que os números ditam
que
50% dos seus pares estarão quebrados em 4 anos.
Investir
para ter o risco de falir em 4 anos, por conta da presença indevida do estado
na economia não parece um risco razoável a ser empreendido.
O
Brasil é o paraíso, em razão do povo pacato, que a todos os destinos da
economia querem se dirigir, demanda reprimida de grande volume e grande
capacidade de enriquecimento.
Todavia,
quando o Estado entra em campo parece que o campeonato já está perdido antes
mesmo do trinar do apito para início da primeira partida.
O
brasileiro adora ser dono do próprio negócio, servir trabalhando na economia,
vendendo pastéis, ou consertando bicicleta, deixando de ser empregado e
deixando a tarefa para as faixas etárias de ingresso na produção econômica.
O
livro de receitas para tudo dar certo, apesar de crença de sorte não tem qualquer
segredo, o que tem em contrário é o Estado concentrador de renda e riqueza, e,
lidando com seus recursos de forma temerárias.
Não
creio que o governo Temer há de ser diferente, porque não sou trouxa, até
porque de proposta ainda nada veio a dar alento, mas o fato de extirpar das
linhas sucessórias os governantes incapazes já é em si um grande avanço.
Cabe
ao povo deixar de ser inocente no trato do voto que se mostrou arma a cometer
suicídio eleitoral, a chamada para eleições gerais é inevitável e urgente, por
falta absoluta de credibilidade.
Proibir
o palanque a políticos desonrados, por descaso na coisa pública é igualmente
fator essencial a libertação do povo de discursos vazios de conteúdo e repletos
de engodos de manipulações, escondendo reais interesses de administrar a coisa
pública mesmo que visivelmente incapazes ao sabor da história, que, hoje só
serve para constar de museus.
Até
porque a história falada ou propagada igualmente sequer foi respondida, porque
revela interesses contrários que demonstram não serem verdadeiros os interesses
de vítimas alegadas de presas do regime ditatorial, em vista de cadáveres que
existem de lado a lado a exigir reparação do mal que foram vitimados.
O
Brasil de hoje é vergonha internacional até contra a mulher e sua legítima
condição de intangibilidade quanto a sua existência e dignidade.
Dilma,
Lula e FHC, tiveram a sua oportunidade histórica e perderam, sua oportunidade
passou, sendo esta ocasião similar a caneta não recarregável, esvaziou e deixou
de ter utilidade, parem de atrapalhar, peça para ir à toalete, aleguem
indisposição e parem de atormentar o povo brasileiro, que merece pessoas
melhores.
Não
estou falando nada diferente do que os grandes articulistas políticos e
econômicos nacionais e internacionais falam do Brasil, o que estou propondo é
que a letargia chegue ao fim, através de, concretamente, formarmos a corrente
do bem, de pessoas que se preocupam com os destinos do Brasil e do mundo e
divulguem estas linhas e as que se sucederem com conteúdo propositivo e
modificativo para consolidação da economia privada e pública da Pátria, em
favor, inclusive dos parceiros de todo o mundo.
Podemos
e temos amplas condições de mudar estes estados de coisa, propostas plausíveis
de modificar sobram e são sufocadas por conta de interesses mesquinhos e
individuais, proponho divulgação deste texto a quem dele tiver acesso, e,
através desta divulgação criar movimento humanitário para resgate do Brasil e
seu povo.
Não
podemos mais esperar, e, se a divulgação ocorrer para o fim desta libertação,
em havendo, tem o Brasil e o povo brasileiro, o dever de, em gratidão, auxiliar
os demais países a evoluir no mesmo sentido.
A
todos quantos divulgarem e auxiliarem de antemão, muito obrigado, o pouco que
fizerem será muito para o resgate de um povo que pode e deve se defender e
colaborar com o mundo no progresso da ciência e das condições de vida na terra.
Brasil,
28 de maio de 2016
Hélio Barreto dos Santos Filho
heliobsf@terra.com.br
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