domingo, 15 de maio de 2016

DESABAFO


DESABAFO

- A VOCIFERAÇÃO TONITRUANTE

DA VERDADE SUFOCADA

- RESUMO DE 27 ANOS



Chegar onde e como estou em 27 anos, nem eu mesmo acreditaria se me dissessem quando tudo começou qual seria o destino de hoje.

Farei rápidas pinceladas do que efetivamente teve de importância para chegar aos momentos atuais, relevando o que importa para este conteúdo.

Tudo começa com minha opção de mudar de curso universitário de Engenharia Elétrica para o Curso de Direito, na UFSC, por conta de ter compreendido (somente para meu juízo), que meu pai, de saudosa memória, vivia triste e macambúzio, por ser professor de Direito, Diretor da Faculdade, e, ter vindo de família humilde, e, não ter tido de seus filhos nenhum que o seguisse na carreira jurídica.

 Realizado o curso, quando comecei a fazer estágio, me defrontei com o primeiro enfrentamento de litígio de grande envergadura e relevo jurídico, no trato de contrato bancário inadimplido pelo Banco, e, que teve como desfecho a sentença contrária, e, o Juiz de então, em churrasco na casa de colega, me disse confidencialmente que me daria o direito se eu estivesse mais maduro, o que me chocou profundamente, mas persisti.

Antes da formatura, em 1990, fui à Praia do Campeche em Florianópolis, para ver a pesca da tainha, em maio de frio e vento sul, e, quando sai, encontrei casal gay, de alta penetração no conceito social dominante, de pessoas que foram sufocadas em sua criação e tinham que manter seu relacionamento escondido, dentro de seu veículo, para não causar assombro na mídia local, o que só agora compreendi.

Este casal, muito próximo no direito e na faculdade, teve acesso ao julgamento de minha admissão na ordem, e, como havia com o choque do novo, ainda com a diferença de idade, o que mais tarde soube pelos frequentadores do clube que eram sócios em comum, que a relação era já consabida de todos os frequentadores da sauna local, e, no dia de julgamento, apesar de ter respondido todas as perguntas, fui desonrado com o veredito de reprovação o que levou meu pai a profetizar que levaria esta desonra para o túmulo, fato ocorrido em junho ou julho de 1990, com formatura em julho, e, só fui aprovado no ano seguinte. Tendo meu pai morrido em 1990, no mês de outubro.

Este cidadão mais velho, com medo de possível vexame, se casou por aparência se tornou pessoa que passou a ocupar cargo de visibilidade e de alto poder decisório, e, o quanto pode me fez, toda as vezes que necessitei da decisão de seu cargo, ter sido rechaçado por conta da vergonha que este passou por minha causa.

Desculpem, me perdi nos fatos e não informei meu pecado, quando vi o casal, na praia se namorando, entrei em choque e comentei na faculdade, passando a ser perseguido.

Mas o relevo destas informações chatas e, que em nada colaboram para o presente momento, porque perdidas no tempo, foi o fato de que recebi diversas punições de fatos que por outrem foram admitidos como legais e jurídicos.

Passei a investigar a realidade do judiciário brasileiro, quando em julgamento de homicídio que fiz parte da defesa de policial, que não teria que ser punido, enfrentei na parte contrária o casal, em questão, e, o Juiz, que fora aluno de meu pai, antes de minhas alegações finais, me mostrou a sentença já pronta e condenatória, fato que me levou ao juízo de que o judiciário não se importa com a verdade nem com a produção de provas.

Tenho uma prima casada com um Juiz, e, este me revelou que o judiciário não tinha nada relacionado com a pretensão de realização de justiça, o que cimentou com pá de cal minha crença em isenção.

Passei a laborar nos meios pelos quais o direito em tese poderia se realizar, erradicando a temerária noção errática que passei a ter da atividade judicante.

Na ordem dos advogados, como meu labor causa comoção e oposição de muitos, passei a ser penalizado constantemente, e, agora, inclusive, estou sendo ameaçado de sanção sobre sanção, o que causaria minha exclusão, por aplicação de pena já prescrita, sobre fato inocorrente, o segundo, inclusive de acusação de não devolução de autos em juízo, efetivamente devolvidos.

Em 2002, já fatigado de injustiça, porém carregando o peso de meus pecados, tomei a decisão de honrar meus compromissos, resgatar meus pecados, trabalhando até 3 dias em 1, para não morrer devendo nada a ninguém, só queria um serviço que me desse esta oportunidade, o que consegui, passando a ser meu instrumento de crescimento intelectual e meu calvário ao mesmo tempo.

Com o peso de ser o advogado com a causa mais valiosa do Brasil em minhas mãos, passei a ser invejado, e alvo de todo o tipo de perseguição.

Por diversas oportunidades pensava em desistir ou declinar para terceiro colega advogado, quando rezava e pedia um sinal a Deus, e Santo Antônio, que, por conta de fervorosa oração em 2002, numa terça feira no dia 19 de março de 2002, me trouxe a solução e o encargo, e, por conta disto, acredito, a oração sempre me trouxe a indicação de continuidade na missão confiada.

Em 2013, fui a Portugal, ingressei na Universidade de Coimbra, em curso que espero ainda poder concluir, e, me ingressei na Ordem dos Advogados de Portugal, para o fim, de buscar a solução do problema jurídico de 2002.

Em verdade, neste momento quase desisti de vez, quando descobri em aula e por notícias, a eminente falência do Estado brasileiro, voltei a rezar e descobri que encontrei solução que inclusive resolver os graves problemas econômicos e orçamentários do Governo Brasileiro, e, de Portugal.

Realizei os testes de stress teóricos, me legando a firme convicção de que posso e vou servir ao Brasil e a Portugal, porque encontrei para ambos a solução para sair do ciclo vicioso da grave crise econômica que vivem.

Não posso aqui deixar de relevar as aulas que tive por todos os Professores da Universidade de Coimbra, para colaborar em meus estudos, sobretudo, além das aulas, o diálogo peripatético e paciente do eminente Professor Doutor João Calvão da Silva, pessoa que sempre ficará com alto grau de estima e respeito, meu e de minha família, pela acolhida paternal com que fui recebido em Portugal.

O que é certo dizer, é que, neste momento em que a crise econômica brasileira assume seu maior vulto, e, que Portugal necessita, igualmente retomar, como o Brasil, o equilíbrio econômico, com repercussão orçamentária, através da reanalise de funções de estado e particulares, e, sobretudo, uso eficaz das matrizes econômicas ociosas, associadas as matrizes em pleno vapor, em funcionamento homogêneo nunca praticado no mundo contemporâneo.

Em verdade, as matrizes econômicas de países que não produzem o suficiente para equilibrar o orçamento precisam ser repensadas para tomar o pulso da suficiência econômica e financeira.

A dependência econômica e financeira das economias menores, deriva da ausência de equilíbrio das grandezas macroeconômicas no viés financeiro, a importar em desequilíbrio orçamentário insanável no curso em que vão.

Quero finalizar, afirmando, de forma peremptória e tonitruante que ninguém vai tirar ou roubar a solução que me foi confiada de resolver problemas tão graves de natureza econômica, porque no meu sentir, foi para este fim, que recebi a missão em 2002, e, agora, no limiar de minha necessária aparição pública para apresentar ao mundo verdades econômicas relegadas até hoje, penso que preciso esclareço o processo de evolução do conhecimento, mesmo que em rápidas pinceladas, para que ninguém tenha como afirmar que a solução veio do nada.

A solução veio e será aplicada, a partir de conceitos universais irrefutáveis, e, que merecerão o devido debate, mas, que, por certo, nenhum membro político ou do judiciário até o presente momento tiveram o alcance de produzir este conhecimento, de modo a dirimir problemas tão graves, os quais, me sinto maduro e preparado para honrar a confiança depositado do conhecimento adquirido.

Brasil, 15 de maio de 2016 (dia de Pentecostes)



HELIO BARRETO DOS SANTOS FILHO



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