DESABAFO
-
A VOCIFERAÇÃO TONITRUANTE
DA
VERDADE SUFOCADA
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RESUMO DE 27 ANOS
Chegar
onde e como estou em 27 anos, nem eu mesmo acreditaria se me dissessem quando
tudo começou qual seria o destino de hoje.
Farei
rápidas pinceladas do que efetivamente teve de importância para chegar aos
momentos atuais, relevando o que importa para este conteúdo.
Tudo
começa com minha opção de mudar de curso universitário de Engenharia Elétrica
para o Curso de Direito, na UFSC, por conta de ter compreendido (somente para
meu juízo), que meu pai, de saudosa memória, vivia triste e macambúzio, por ser
professor de Direito, Diretor da Faculdade, e, ter vindo de família humilde, e,
não ter tido de seus filhos nenhum que o seguisse na carreira jurídica.
Realizado o curso, quando comecei a fazer
estágio, me defrontei com o primeiro enfrentamento de litígio de grande envergadura
e relevo jurídico, no trato de contrato bancário inadimplido pelo Banco, e, que
teve como desfecho a sentença contrária, e, o Juiz de então, em churrasco na
casa de colega, me disse confidencialmente que me daria o direito se eu
estivesse mais maduro, o que me chocou profundamente, mas persisti.
Antes
da formatura, em 1990, fui à Praia do Campeche em Florianópolis, para ver a
pesca da tainha, em maio de frio e vento sul, e, quando sai, encontrei casal
gay, de alta penetração no conceito social dominante, de pessoas que foram
sufocadas em sua criação e tinham que manter seu relacionamento escondido,
dentro de seu veículo, para não causar assombro na mídia local, o que só agora
compreendi.
Este
casal, muito próximo no direito e na faculdade, teve acesso ao julgamento de
minha admissão na ordem, e, como havia com o choque do novo, ainda com a
diferença de idade, o que mais tarde soube pelos frequentadores do clube que
eram sócios em comum, que a relação era já consabida de todos os frequentadores
da sauna local, e, no dia de julgamento, apesar de ter respondido todas as
perguntas, fui desonrado com o veredito de reprovação o que levou meu pai a
profetizar que levaria esta desonra para o túmulo, fato ocorrido em junho ou
julho de 1990, com formatura em julho, e, só fui aprovado no ano seguinte. Tendo
meu pai morrido em 1990, no mês de outubro.
Este
cidadão mais velho, com medo de possível vexame, se casou por aparência se
tornou pessoa que passou a ocupar cargo de visibilidade e de alto poder
decisório, e, o quanto pode me fez, toda as vezes que necessitei da decisão de
seu cargo, ter sido rechaçado por conta da vergonha que este passou por minha
causa.
Desculpem,
me perdi nos fatos e não informei meu pecado, quando vi o casal, na praia se
namorando, entrei em choque e comentei na faculdade, passando a ser perseguido.
Mas
o relevo destas informações chatas e, que em nada colaboram para o presente
momento, porque perdidas no tempo, foi o fato de que recebi diversas punições
de fatos que por outrem foram admitidos como legais e jurídicos.
Passei
a investigar a realidade do judiciário brasileiro, quando em julgamento de
homicídio que fiz parte da defesa de policial, que não teria que ser punido,
enfrentei na parte contrária o casal, em questão, e, o Juiz, que fora aluno de
meu pai, antes de minhas alegações finais, me mostrou a sentença já pronta e
condenatória, fato que me levou ao juízo de que o judiciário não se importa com
a verdade nem com a produção de provas.
Tenho
uma prima casada com um Juiz, e, este me revelou que o judiciário não tinha
nada relacionado com a pretensão de realização de justiça, o que cimentou com
pá de cal minha crença em isenção.
Passei
a laborar nos meios pelos quais o direito em tese poderia se realizar, erradicando
a temerária noção errática que passei a ter da atividade judicante.
Na
ordem dos advogados, como meu labor causa comoção e oposição de muitos, passei
a ser penalizado constantemente, e, agora, inclusive, estou sendo ameaçado de
sanção sobre sanção, o que causaria minha exclusão, por aplicação de pena já
prescrita, sobre fato inocorrente, o segundo, inclusive de acusação de não
devolução de autos em juízo, efetivamente devolvidos.
Em
2002, já fatigado de injustiça, porém carregando o peso de meus pecados, tomei
a decisão de honrar meus compromissos, resgatar meus pecados, trabalhando até 3
dias em 1, para não morrer devendo nada a ninguém, só queria um serviço que me
desse esta oportunidade, o que consegui, passando a ser meu instrumento de
crescimento intelectual e meu calvário ao mesmo tempo.
Com
o peso de ser o advogado com a causa mais valiosa do Brasil em minhas mãos,
passei a ser invejado, e alvo de todo o tipo de perseguição.
Por
diversas oportunidades pensava em desistir ou declinar para terceiro colega
advogado, quando rezava e pedia um sinal a Deus, e Santo Antônio, que, por
conta de fervorosa oração em 2002, numa terça feira no dia 19 de março de 2002,
me trouxe a solução e o encargo, e, por conta disto, acredito, a oração sempre
me trouxe a indicação de continuidade na missão confiada.
Em
2013, fui a Portugal, ingressei na Universidade de Coimbra, em curso que espero
ainda poder concluir, e, me ingressei na Ordem dos Advogados de Portugal, para
o fim, de buscar a solução do problema jurídico de 2002.
Em
verdade, neste momento quase desisti de vez, quando descobri em aula e por
notícias, a eminente falência do Estado brasileiro, voltei a rezar e descobri
que encontrei solução que inclusive resolver os graves problemas econômicos e
orçamentários do Governo Brasileiro, e, de Portugal.
Realizei
os testes de stress teóricos, me legando a firme convicção de que posso e vou
servir ao Brasil e a Portugal, porque encontrei para ambos a solução para sair
do ciclo vicioso da grave crise econômica que vivem.
Não
posso aqui deixar de relevar as aulas que tive por todos os Professores da
Universidade de Coimbra, para colaborar em meus estudos, sobretudo, além das
aulas, o diálogo peripatético e paciente do eminente Professor Doutor João
Calvão da Silva, pessoa que sempre ficará com alto grau de estima e respeito,
meu e de minha família, pela acolhida paternal com que fui recebido em
Portugal.
O
que é certo dizer, é que, neste momento em que a crise econômica brasileira assume
seu maior vulto, e, que Portugal necessita, igualmente retomar, como o Brasil,
o equilíbrio econômico, com repercussão orçamentária, através da reanalise de funções
de estado e particulares, e, sobretudo, uso eficaz das matrizes econômicas
ociosas, associadas as matrizes em pleno vapor, em funcionamento homogêneo
nunca praticado no mundo contemporâneo.
Em
verdade, as matrizes econômicas de países que não produzem o suficiente para
equilibrar o orçamento precisam ser repensadas para tomar o pulso da
suficiência econômica e financeira.
A
dependência econômica e financeira das economias menores, deriva da ausência de
equilíbrio das grandezas macroeconômicas no viés financeiro, a importar em
desequilíbrio orçamentário insanável no curso em que vão.
Quero
finalizar, afirmando, de forma peremptória e tonitruante que ninguém vai tirar
ou roubar a solução que me foi confiada de resolver problemas tão graves de
natureza econômica, porque no meu sentir, foi para este fim, que recebi a
missão em 2002, e, agora, no limiar de minha necessária aparição pública para
apresentar ao mundo verdades econômicas relegadas até hoje, penso que preciso esclareço
o processo de evolução do conhecimento, mesmo que em rápidas pinceladas, para
que ninguém tenha como afirmar que a solução veio do nada.
A
solução veio e será aplicada, a partir de conceitos universais irrefutáveis, e,
que merecerão o devido debate, mas, que, por certo, nenhum membro político ou
do judiciário até o presente momento tiveram o alcance de produzir este conhecimento,
de modo a dirimir problemas tão graves, os quais, me sinto maduro e preparado
para honrar a confiança depositado do conhecimento adquirido.
Brasil,
15 de maio de 2016 (dia de Pentecostes)
HELIO
BARRETO DOS SANTOS FILHO
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